Agentes penitenciários realizaram nesta terça-feira, 3 de abril, uma nova operação de vistoria nas celas da penitenciária Gabriel Ferreira Castilho, conhecida como Bangu 3, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio. A ação, que acontece uma semana depois da entrada das forças de segurança, não conta com militares, nem da polícia e nem do Exército.
Nas celas vistoriadas até o final da manhã, foram encontrados 20 celulares e 2 centrais de redes sem fio para conexão com a internet. De acordo com as informações obtidas, cerca de 120 inspetores e uma equipe do Grupamento de Intervenção Tática (GIT) e outra do Grupamento Operações com Cães (GOC) estão desde as 6h dentro do presídio com o objetivo de encontrar material ilícito.
Na semana passada, mesmo com 220 homens do Exército e apoio do Batalhão de Engenharia, além de 120 inspetores de Segurança e Administração Penitenciária, praticamente nada foi encontrado. Por volta das 15h, os militares deixaram o complexo penitenciário com um saldo pífio: apenas um celular foi apreendido.
Um dos alvos da ação é a galeria B7, que abriga os chefes da maior facção criminosa do Rio, o Comando Vermelho (CV), que não foram transferidos para presídios federais. Por isso, o grupo, que ocupa uma cela com capacidade para 90 presos, é chamado de “comissão” ou “conselho de lideranças”. A B7 é a “panela de pressão” do sistema prisional.










































