Desde janeiro, oito macacos já foram achados mortos em Mogi das Cruzes. Os dois últimos, encontrados na sexta-feira no bairro São Lázaro e na Serra do Itapeti, serão agora analisados pelo Instituto Adolfo Lutz para identificar a possibilidade da contaminação por febre amarela. Estes animais são de extrema importância no controle da doença, já que podem indicar um local onde há a circulação do vírus, segundo o veterinário do Centro de Controle de Zoonoses, Jefferson Renan de Araújo Leite. Na Cidade, 290 mil vacinas já foram aplicadas.
“Muita gente ainda tem o pensamento errôneo, de que o macaco pode ser o transmissor da doença. Isso pode trazer problemas, porque se está havendo circulação de vírus em uma região, ele antecipa até uns 30 dias os possíveis casos em humanos. Se a gente elimina esses sinalizadores, corre o risco de descobrir só quando a doença já chegar nos humanos”, explicou o veterinário.
Os dois animais encontrados mortos deixam um alerta à população destes locais, entretanto, segundo a secretaria municipal de Saúde, a Vigilância Epidemiológica já realizou a vacinação casa a casa no São Lázaro e também na Serra, mas hoje o procedimento voltará a ser feito nestes lugares.
Fonte O Diário de Mogi











































