Em Belo Horizonte, Minas Gerais, morreu nesta quinta-feira (17/10/2019) o garoto João Miguel, 2 anos. Ele morava em Conselheiro Lafaiete e enfrentava uma atrofia muscular espinhal (AME), doença degenerativa grave. Seu caso ficou conhecido nacionalmente após o pai dele, Mateus Henrique Leroy Alves, 37 anos, ser preso por suspeita de desviar cerca de R$ 600 mil do dinheiro arrecadado em uma campanha para custear o tratamento. As informações são do G1.
A última postagem do perfil oficial da campanha de ajuda para o tratamento de João Miguel é um vídeo em que a mãe agradece os parabéns que o garoto recebeu pelo aniversário de 2 anos, no último dia 7 de outubro.
No dia 30 de agosto deste ano, o menino foi submetido à primeira dose do remédio. Esta dose foi comprada pelo governo, após uma liminar da Justiça conseguida pela advogada da família meses antes da denúncia contra o pai. Cada dose tem um custo de R$ 341 mil.
A campanha para recolher dinheiro para João Miguel comoveu os moradores de Conselheiro Lafaiete, onde a família mora. Em quase um ano, foi arrecadado mais de R$ 1 milhão. Depois da liminar, no dia 14 de junho deste ano, a campanha foi suspensa e o dinheiro foi bloqueado.
Mãe fez denúncia
Mateus Henrique Leroy Alves, foi preso em um hotel em Salvador no dia 22 de julho deste ano, após a mãe de João Miguel denunciá-lo.










































