De acordo com as informações publicadas no Diário Oficial desta sexta-feira(08), o Prefeito Guti acaba de assinar o contrato de concessão da Zona Azul de Guarulhos no valor de R$ 15.051.000,00(Quinze MILHÕES e cinquenta e um mil reais).
A empresa SERBET – SISTEMA DE ESTACIONAMENTO VEICULAR DO BRASIL venceu a proposta para administrar o serviço de estacionamento rotativo pelo prazo de 05 anos.

Após ter ficado parada por três anos durante a primeira gestão de Guti e, desde que o contrato com a empresa que prestava o serviço de estacionamento rotativo na cidade chegou ao fim em 2018, a licitação para a retomada da Zona Azul foi suspensa duas vezes por problemas apontados por empresas interessadas em participar do certame e em função de adequações ao edital solicitadas pelo Tribunal de Contas do Estado SP.
Segundo divulgado pela Prefeitura de Guarulhos, o serviço estará de volta em 90 dias e será totalmente digitalizado, oferecendo 2.994 vagas rotatórias. Através de um aplicativo, os motoristas poderão reservar uma vaga por até duas horas, tempo que poderá ser estendido por até 30 minutos.
O valor do serviço irá custar R$ 1,75 por meia hora, R$ 3,50 pelo período de uma hora e R$ 7 para o uso da vaga por duas horas.
A “ZONA” AZUL DE GUARULHOS NO MP
Também foi implicado no processo o então Secretário de Transportes e Trânsito, Ticiano Neves Tavares(atual vereador Ticiano Americano), o qual teria solicitado ao departamento de licitações o reajuste do repasse que a Serttel deveria fazer ao município, aumentando de 16,20% para 25%, PORÉM segundo a Promotoria, a cidade teria continuado a receber o mesmo valor de repasse(sem o reajuste solicitado por Ticiano), o que sugere o desvio de dinheiro público para uso particular.
O que disse a Prefeitura em 2018 sobre o assunto
Em outubro de 2018, após uma reportagem exibida pela Rede Globo, a Prefeitura anunciou a implantação, em 90 dias, de um novo sistema de Zona Azul (estacionamento rotativo pago) que contaria com um total de 2.994 vagas. Relembre aqui: https://bit.ly/2kuBhZ6
ROMPIMENTO DO CONTRATO COM A SERTTEL – “A STMU ainda esclarece que não houve rompimento de contrato com a Serttel (empresa que administrava os serviços da Zona Azul na cidade). A contratação foi feita por um período de cinco anos, com possibilidade de prorrogação por mais cinco (o que aconteceu). Mas ao final desse período, sob o ponto de vista legal, não poderia mais ser prorrogado. Por esse motivo, a saída da empresa foi inevitável.
Em relação aos créditos adquiridos pelos consumidores no período em que o serviço da Zona Azul esteve desativado, todos vão ser ressarcidos, pois eles não expiraram. Continuam válidos e assim que o processo de licitação estiver concluído, com a contratação da nova empresa, eles poderão ser utilizados normalmente pelos usuários do sistema.”










































