Segundo dados do TCE-SP(Tribunal de Contas), a Prefeitura de Guarulhos desembolsou R$ 14,3 milhões em 2020 e 2021 para compensar as perdas que as companhias de ônibus tiveram por causa da redução de passageiros durante a pandemia de covid-19.
Apesar da diminuição de passageiros, a cidade de Guarulhos continuou registrando ônibus superlotados durante a crise sanitária e a indenização, paga com dinheiro público pela manutenção de ônibus parados, aconteceu enquanto a maioria da população perdeu seus empregos.
Para surpresa geral, o total desembolsado pelos guarulhenses entre janeiro de 2020 e outubro de 2021 foi de R$ 58 milhões pelo transporte coletivo na cidade.
Contraditoriamente, o Prefeito Guti disse em entrevista à uma rádio, nesta semana, que está em busca de recursos financeiros junto ao Governo Federal para evitar o impacto do aumento do preço das tarifas de ônibus na cidade, e aproveitou para colocar a culpa nas dificuldades causadas pela pandemia e na alta do preço do óleo diesel.
Na semana passada, a maioria das empresas que operam as linhas de ônibus municipais protocolou pedido de revisão na tarifa junto às prefeituras de cidades do Alto Tietê. As solicitações superam 100% de reajuste.
Atualmente, o guarulhense paga R$ 4,45 no Bilhete Único, R$4,70 em dinheiro e R$4,90 no vale transporte. Os estudantes pagam a tarifa de R$2,23 no Bilhete especial.
Caso a Prefeitura aceite a proposta, o valor da passagem pode chegar a R$9.
Em sua rede social, Guti declarou:

“O nosso intuito é conseguir um suporte do Governo Federal para que a população não sofra com aumentos de tarifa no transporte público municipal, uma vez que o óleo diesel acumula alta de 65,5% em 2021. Com as dificuldades financeiras ampliadas devido à pandemia, devemos buscar alternativas para que o cidadão não seja ainda mais onerado.”
Apesar do chororô, em Junho deste ano Guti contratou a FIPE, mais uma vez sem licitação, por R$ 2,3 MILHÕES para realizar “estudos” no intuito de reduzir o subsídio financeiro dado pela Prefeitura de Guarulhos às empresas de ônibus, o que na prática pode se traduzir no aumento da passagem para compensar a redução do subsídio.
Vai entender!












































Que absurdo