Em mais um capítulo da NEBULOSA história dos irmãos Martins, acusados de fornecer diplomas falsos para exercer polpudos cargos comissionados na Proguaru S/A, a Câmara de Guarulhos resolveu se pronunciar após a nomeação de Gilson de Araujo Martins no gabinete do vereador Romildo Santos.
Relembre o caso aqui: https://bit.ly/2TNJfvt
A CULPA É DO ROMILDO
Perguntamos à Câmara de Guarulhos qual a opinião do Presidente Jesus sobre o assunto:
Ao invés de receber outro cargo público, o ex funcionário não deveria ser investigado e punido com os rigores da lei, devolvendo inclusive todos os salários recebidos indevidamente? Como o Presidente Jesus acha que deveria ser tratado este assunto não só pelo poder público, como também pelos vereadores cuja função principal é fiscalizatória?
Para nossa surpresa(só que não), a Diretoria de Comunicação da casa de leis guarulhense dignou-se apenas a responder que o ACUSADO apresentou documentação necessária para a posse do cargo e que, a nomeação é de TOTAL responsabilidade de Romildo Santos.
Leia a resposta da Câmara:
Boa tarde.
Com relação aos questionamentos, informamos:
As nomeações referentes aos gabinetes são de total responsabilidade dos vereadores da Edilidade. A Administração apenas analisa a documentação apresentada durante a posse e exercício do nomeado.
Com relação ao senhor Gilson de Araújo Martins, toda a documentação necessária para a posse e exercício foi apresentada ao departamento responsável, estando de acordo com os preceitos determinados pelas legislações Federal, Estadual e Municipal.
Salientamos que novos esclarecimentos podem ser obtidos diretamente com o vereador responsável pela nomeação.
Atenciosamente,
Assessoria de Imprensa
Diretoria de Comunicação – Câmara Municipal de Guarulhos
O vereador Romildo Santos(DEM), apesar de parecer bastante irritado com o assunto, ainda não se pronunciou formalmente à respeito.
PERGUNTA DO G7NEWS
Se os vereadores de nossa cidade fecham os olhos para um caso tão grave e premiam com OUTRO CARGO COMISSIONADO uma pessoa suspeita de fraude em empresa pública, qual o grau de comprometimento com o voto de confiança que receberam da população em 2016?










































