A PGR pediu que o MPF em São Paulo apure se o deputado Kim Kataguiri, do DEM de São Paulo, cometeu improbidade administrativa ao fazer uma suposta fiscalização em um hospital de Guarulhos (SP) em abril. Na época, o governo de São Paulo acusou o deputado de invasão, mas depois recuou.
Em 16 de abril, Kim Kataguiri, os deputados estaduais paulistas Ricardo Mellão, do Novo, e Arthur do Val, do Patriota, e o vereador de Guarulhos Lucas Sanches, do PP, entraram no Hospital Geral de Guarulhos. O grupo, que fazia filmagens, alegou que estava fiscalizando o local.
A Secretaria de Saúde paulista reagiu: tratou o episódio como uma “invasão que colocou em risco pacientes e profissionais de saúde”. O governo também acusou os parlamentares de tentarem forçar o acesso a uma ala que tratava casos graves de Covid.
No dia seguinte, contudo, o governo de São Paulo mudou o tom. Disse que não houve tentativa de invasão, mas um “mal entendido”. Mesmo assim, afirmou que não recomendava a visita de parlamentares ao hospital na pandemia.
Naquele mês, Kim Kataguiri foi alvo de uma notícia-crime no STF enviada pelo professor Roberto Cardoso, de Bauru (SP), pelo crime de “atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública”. A ação foi apresentada pelo advogado Ricardo Bretanha. O ministro Nunes Marques pediu um posicionamento da PGR, o que aconteceu em outubro.
A PGR considerou que Kataguiri não cometeu o crime apontado pela representação, mas cogitou que o deputado pode ter praticado improbidade administrativa, um suposto dano à administração pública. Segundo o órgão, a fiscalização de hospitais públicos não é atribuição de um parlamentar federal. Essa tarefa caberia à Anvisa, ao MP e à Secretaria de Saúde estadual ou municipal.












































Quem trabalha é o vilão , inacreditável ver uma notícia dessa , esses políticos que estão nos representando estão fazendo o papel deles ,fiscalizar ,agora os outros que acharam ruim o fato , sabe que está tudo errado , não faz nada e pior não déixa quem quer trabalhar .
” O povo tem que saber votar ,colocar esses camaradas pra alimentar a desgraça do povo não dá mais , lamentável” .
Tem que fiscalizar. Mas também tem que seguir a lei!!
Se não tem competência para tal, não faça!
As leis estão aí por um motivo.
Colocar em risco vidas para fazer campanha política?