Os cariocas acordaram com o prefeito preso. Marcelo Crivella (Republicanos) é acusado pelo Ministério Público de ser líder de uma organização criminosa — a investigação aponta a existência de um ‘QG da Propina’ na Prefeitura do Rio. No esquema, de acordo com o MP, empresários pagavam para ter acesso a contratos e para receber valores que eram devidos pela gestão municipal.
Além de Crivella, o empresário Rafael Alves, apontado como operador do pagamento de propina, e mais quatro pessoas foram detidas. Na tarde desta terça, uma audiência de custódia no Tribunal de Justiça do Rio confirmou as prisões e eles foram levados para o presídio de Benfica, na Zona Norte — dois presos, que estão com suspeita de Covid, deverão ser levados para o Hospital Penitenciário.
Afastado do mandato pela Justiça, Crivella diz que é vítima de ‘perseguição política’: “Fui o governo que mais atuou contra a corrupção no Rio de Janeiro”. O presidente da Câmara dos Vereadores, Jorge Felippe (DEM), assume a prefeitura até o dia 31 de dezembro.











































